Moving head é a luminária que pan e tilt movem por DMX. Beam, wash e spot são jeitos diferentes de sair a luz. Escolher pelo nome da caixa, sem olhar o feixe, é o erro mais comum em orçamento de show, igreja e evento.
O que muda de um tipo para o outro?
| Tipo | Feixe | Quando entra |
|---|---|---|
| Beam | Estreito e denso | Feixe visível no ar, sobretudo com haze |
| Wash | Aberto e homogêneo | Cor de fundo, plateia e wash de palco |
| Spot | Focado, com íris e gobo | Destaque de artista, cenário e projeção |
Quando o beam é a escolha certa?
O beam usa lente curta e fonte concentrada. O desenho aparece longe e fica nítido quando há haze no ar. Em rave, festival e abertura de culto com névoa leve, ele marca o ritmo. Sem partículas no ar, o feixe some e sobra só o ponto na parede.
Quando wash e spot resolvem melhor?
Wash cobre área. Serve para pintar ciclorama, coral e plateia sem “buraco” de luz. Spot fica no meio do caminho: abre menos que o wash e aceita gobo, prisma e foco. É o moving de destaque em teatro, casamento e pregação quando o rosto precisa de recorte, não de um canhão.
A linha de moving head da BW separa beam, wash e BSW. Se o evento pede os três papéis e o orçamento é um só aparelho, um BSW cobre os modos com menos aparelhos no grid. Para montar a lista, fale com a loja pelo contato.
