BW Iluminação

Como escolher moving heads para shows

Tipo de feixe, altura do grid e fonte de luz pesam mais do que a potência escrita na caixa. Um roteiro para shows.

Moving head de feixe para show

Escolher moving para show começa pelo efeito, não pela etiqueta de potência. Um beam curto numa sala baixa estoura a parede. Um wash fraco num galpão não chega na plateia. A BW vê esse desencontro todo dia na Santa Ifigênia.

Que efeito o show precisa?

Separe três pedidos: desenho no ar, cor de fundo e destaque de artista. Eles correspondem a beam, wash e spot. O guia de diferença entre beam, wash e spot fecha essa escolha antes do orçamento.

O que olhar além da potência?

  • Altura do grid e distância até a última fileira.
  • Se haverá haze. Sem névoa, beam perde o desenho.
  • Canais DMX e se a mesa que você já tem endereça o aparelho.
  • Borda de LED, prisma e gobo só se o repertório usa isso.
  • Peso e garra. Treliça fina não aceita cabeça pesada sem algema e cabo de segurança.

Como a sala muda a conta?

Igreja e salão até 150 pessoas convivem bem com beam LED compacto e wash 19x15. Galpão e área externa pedem lâmpada de descarga ou LED de feixe longo, e haze com mais vazão. Ao ar livre de dia, nenhum moving “vence” o sol no wash de plateia. Aí o papel vira efeito noturno e contraluz.

Veja a linha de moving heads e feche a lista pelo contato. Evite comparar só preço de aparelho solto: cabo, mesa e haze entram no mesmo rider.

Perguntas frequentes

Mais watts significam moving melhor?

Não sozinhos. Watts sem lente certa só estouram o fundo. Beam, wash ou spot precisam combinar com a distância.

Quantos movings um show pequeno pede?

Quatro feixes já desenham um palco curto. Wash e Par LED entram para cor de fundo antes de somar mais cabeças.